quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Objetivo

Sempre tenha um objetivo, e viva com o foco nele no horizonte. Não importa o quão distânte ele esta, ou o tamanho do desafio pela frente, viver com um objetivo gera sinergia em nossas ações cotidianas. A ausencia dele nos desfoca, tornando-nos dispersos e frustados.

domingo, 2 de novembro de 2008

Novos desafios pela frente...

É engraçado como sempre que planejo alguma coisa algo bom ocorre, é como se fosse uma resposta do universo dizendo "Não adianta planejar.. eu te faço desplanejar tudo!" ... bom, novos planos, novas metas, novos desafios... é com grande satisfação que somarei forças ao time do JBoss a division of Red Hat do Brasil no desafio de tocar este incrível e empolgante desafio de participar de um projeto e empresa opensource. Para aqueles que conhecem os produtos da JBoss.org e querem estar ainda mais ativos na comunidade brasileira segue a dica: http://jbossbrasil.ning.com ! Já somos 285 membros!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Vantage Point, Pete Travis


Eu esperava me surpreender na edição deste filme, não algo como Memento, seria criar muita expectativa, mas realmente imaginei que a edição fragmentada do roteiro, fundamentada em pontos de vista como sugere o título, seria o grande "chan" deste filme... infelizmente me enganei. Bom para começar a história não oferece grandes surpresas, é como assistir uma temporada de 24 horas compilada em um pouco mais de uma hora, so que neste caso você remove a empolgante atuação do Sutherland e substitui por um agente do serviço secreto com jeito de bobão e desengonçado vivido pelo Denis Quad. Francamente falando o auge do filme esta na cena de perseguição onde o Thomas Barnes, o agente bobão, persegue pelas estreitas ruas de Salamanca os terroristas que estão tentando sequestrar o presidente norte americano. Curiosidade, a cena é um Vectra Hatch perseguindo um Astra. 

Conclusão, é possível que você se divirta, eu não recomendo, continue assistindo 24 horas.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Persepolis, Marjane Satrapi



Persepolis é lindo, original e autentico. Marjane Satrapi narra e ilustra com uma incomparável sensibilidade sua trajetória de vida. A pequena garotinha que viveu durante a queda do regime do Shah , passando pelos cruéis anos da Revolução Islamica do Irã, a adolescente que viveu sob o medo dos bombardeio Iraquianos e a dura propaganda do regime de guerra, a vida em Viena longe da família e sob o duro olhar xenófobo europeu, a mulher que retorna ao lar, deslocada e alienada em busca de uma identidade nova ao tempo que tenta resgatar suas antigas origens e valores. Persepolis é uma imersão em um mundo que, mesmo vivendo sob o veu da globalização, não temos oportunidade de conhecer pois trata-se das emoções e experiências, do cotidiano e dos choques culturais. O mais interessante de tudo é ler  e perceber o quão superficial é nossa compreenção de nosso semelhante e o quão impressionante é o caldo cultural deste planeta, que muitas vezes nos parece pequeno e simples diante da midia eletronica.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Scarface, Brian de Palma

De imigrante refugiado cubano a lider de um império das drogas este é Tony Montana interpretado por Al Pacino. Scarface não é um filme qualquer sobre o crime mas um marco no cinema. Brian de Palma sempre é sutil com no desenvolvimento de seus filmes, embora o tema seja violencia, drogas e o crime organizado sua evolução sempre é inteligente e a violencia é reservada para cenas históricas e marcantes, quem não se lembra por exemplo por exemplo do famoso tiroteio nas escadarias da estação de trem, balas para todos os lados e o carrinho de bebe descendo em camera lenta... Os Intocáveis. Scarface também nos presenteia com a marcante cena da matança no Clube Babilonia, ou a violentíssima cena final da invasão da mansão de Tony Montana. O roteiro de scarface é uma adaptação de Oliver Stone do original de Howard Hawnks da decada de 30, contudo não sejamos injustos e citemos Armitage Trail, escritor do romance Scarface, The Shame of the Nation, obra que inspirou o filme. Fica o link também do título original da decada de 30, dirigido por Howard Hawnks, http://www.filmsite.org/scar.html.

Esse post é dedicado para meu amigo Bruno Rossi que logo que leu o anterior e pegou Big Fish para assistir, cabe a ele publicar a review do filme nos comentários.

sábado, 27 de setembro de 2008

Big Fish, Tim Burton






















Fazer listas de meus filmes preferidos é algo incrivelmente difícil para mim. São inúmeros os filmes que me tocam e lamento já não ter uma mente tão jovem para lembrar de todos. A tarde de hoje assisti Big Fish, de Tim Burton, acho que pela quinta vez. É realmente fantástico como este filme me toca, o rítmo que a história é contada nos surpreende a cada minuto e a ligação das fantasias contadas pelo pai e a relação presente com o filho oferecem uma sensível e emocionante mistura. A presença do contraste gótico e alegre em algumas cenas nos fazem lembrar que Tim Burton dirige este filme e o roteiro me remete muitas vezes ao realismo mágico latino americano.

sábado, 12 de julho de 2008

Finalmente Unpluged

Estarei fora nos próximos dias, felizmente, incomunicável nadando nas águas geladas no lago Titicaca. De preferência o mais distânte possível dos centros urbanos, desprovido totalmente dos integrantes mega hertz do mundo moderno. Em breve postarei informações acerca minha viagem cultural.